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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Uma paródia à história da Arte Ocidental - Video Clip "70 Milion" dos "Hold Your Horses!"

Em 2010 os "Hold you Hourses!" criaram, durantes dois fins de semana, muna garagem em Paris, uma obra-prima sobre obras primas da pintura mundial. No vídeo clip "70 Milion" a banda franco-americana produziu uma sequência de imagens que comprovam a imaginação e o gosto pela arte. Fica a partilha desta musica e vídeo que é uma divertida paródia, feita com pouquíssimos recursos, sobre a história da arte ocidental. Para os amantes de arte é impossível não rir, para os outros, bem... é impossível não ficarem curiosos.





sexta-feira, 29 de junho de 2012

Gordura é Formosura: A Mudança dos Modelos de Beleza na actualidade?

ezaEstava eu muito bem a fazer um raro zapping e deparo-me, quando passava por um dos canais de música, com uma figura feminina algo estranha. A sua estranheza não se devia tanto a adereços, ao guarda-roupa ou maquilhagens, mas mais com as suas formas, com o seu corpo quase desenquadrado naquele meio televisivo. Curiosamente, a dita cantora, no seu videoclip "Starship", exprimia e fazia por salientar as suas já acentuadas formas como arma de sedução. Falo de Nicki Minaj, uma cantora de aparência pouco habitual, segundo os padrões de beleza actuais que tendem a privilegiar outro tipo de formas mais leves, segundo aquilo que se tem considerado mais "vendável" no mundo dos videoclips musicais.  
Não consta que a cantora em causa se destaque especialmente pela sua qualidade vocal única, nada, por exemplo, como o caso da voz de Adle, talento que lhe permitiu atingir fama mundial, independentemente das suas qualidades físicas para vidoclips sexualmente cativantes. A comparação entre Adele e Minaj pode ser desproporcionada, até porque os estilos musicais em causa, e o tipo de videoclips, são quase antagónicos, mas a ideia aqui deste texto é abordar as formas, os modelos de beleza e o marketing associado ao mundo da música. 
Claramente Nicki Minaj faz do seu corpo uma poderosa arma de marketing para vender a sua música - isto não desconsiderando na qualidade da música em causa, do ritmo e outras propriedades decorrentes do próprio tipo de música. Ela simplesmente recorre a essas armas, tão legitimas como outras quaisquer, à semelhança do que muitos outros artistas enquanto soldados nas guerras pela popularidade e pelo ascender ao "estrelato POP".
Benefits supervisor sleeping - Lucian Freud
Não vou salientar nenhum estudo, obra ou sequer tentar fazer aqui alguma demonstração ou evidenciar uma qualquer clarividência. Mas, este pormenor que me chamou a atenção no sensual videoclip da Minaj levou-me a questionar os nossos padrões contemporâneos de beleza. Será que os padrões de beleza estão novamente a mudar? Depois de algumas décadas em que reinavam a beleza magra, voltaremos a ter deusas roliças? Quem sabe. Ou então, simplesmente o paradigma pode estar a mudar num sentido diferente: não definindo modelos regidos a seguir, mas permitindo uma nova variedade de beleza muito variada, e muito mais democrática.

sábado, 19 de março de 2011

Mais um filme de Emir Kusturica: A Vida é um Milagre

Tendo referido aqui no blogue o filme Gato Preto, Gato Branco, de Emir Kustorica, não posso deixar passar a oportunidade de escrever também sobre a obra A Vida é um Milagre do mesmo autor, pelo menos enquanto o filme ainda me está fresco. Neste caso o facto de estar a opinar com as imagens e sons bem vivos na memória é essencial. Pois, como a grande maioria dos filmes de Kusturica, A Vida é um Milagre é um frenesim de cor e música. Uma miscelânea de humor e drama tresloucado e caracterização social de um povo, região e determinados eventos histórico-sociais.
"Paisagem infernal" bósnia - Mirza Ajanovic
 Se em Gato Preto Gato Branco a acção se passa na Servia à beira rio Danúbio e seus barcos, num ambiente humano étnico muito ligado ao mundo cigano, em A Vida é um Milagre tudo circula em torno da ferrovia e dos comboios, retratando a mistura cultural e étnica da Bósnia. Retrato esse da mistura e ambiente imediatamente antes, durante e depois do conflito do inicio dos anos 90 que levou, mais tarde, à independência da Bósnia. Quem não conhece, como eu, essa realidade, muito própria, dificilmente poderá atestar a veracidade dos conteúdos e ambientes, mas, mesmo sendo tudo pura ficção, depois de ver este filme, efectivamente somos levados a sentir que viajamos pela Bosnia.
Quem pretende ver este filme, que é um tanto ou quanto longo, tem de se preparar para uma viagem desvairada – talvez ainda mais do que em Gato Preto Gato Branco -, de ambientes e acontecimentos improváveis, sempre acompanhados pela mais que célebre Banda do próprio Emir Kusturica.
Mas se quisermos simplificar o enredo, este filme não é mais do que duas histórias de amor vividas pela mesma pessoa: o amor por um filho e o amor por uma mulher.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Anaquim e as vidas dos outros – um retrato social através da música

Já há algum tempo que gostava de fazer aqui no blogue referência a uma nova banda portuguesa, uma banda muitíssimo original. Quer pelo som, quer pelos temas e conteúdos que aborda nas letras cantadas. Refiro-me aos «Anaquim». Sem dúvida que o som é original e, não sendo eu grande especialista em instrumentos musicais e sua utilização para a criação musical, arrisco-me a dizer que chega a ser de extrema qualidade e a ser uma lufada de ar-fresco no panorama musical português. A voz do vocalista é também muito interessante e característica. Mas, aquilo que realmente gostava de destacar nesta banda são as letras do seu primeiro álbum - «as vidas dos outros».
Capa do álbum «as vida dos outros» da banda «Anaquim»
Ao ouvirmos «as vidas dos outros» dos «Anaquim» conseguimos, só pelas canções, fazer uma espécie de retrato social do Portugal contemporâneo - bem-humorado e satírico. A crítica social é mais que evidente, a descrição de ambientes e comportamentos sociais, bem próprios das gentes lusas, é quase realista. «Anaquim» não será aquela pura música de intervenção social – apesar de o ser em parte -, penso que será mais música de descrição e caracterização social. Será que se inventou um novo género para caracterizar canções?

Deixo aqui o link da página de myspace de «Anaquim» onde se pode ouvir gratuitamente o álbum «as vidas dos outros»: http://www.myspace.com/anaquim.info

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Recordar uma música de Carlos Paião: Senhor Extra-terrestre (cantada por Amália Rodrigues)

No dia em que se assinalam os 22 anos desde o desaparecimento de Carlos Paião, trago aqui ao blogue uma música com letra de sua autoria e cantada por Amália Rodrigues. A música aqui em causa caracteriza-se por ser, no mínimo, bizarra. Parece inacreditável que a música intitulada de ‘Senhor Extra-terrestre’ possa ter sido escrita por quem foi, mas mais incrível é que tenha sido interpretada pela diva nacional.
Ainda - Júlio Resende
Mas, se retirarmos o literalismo à letra e a quisermos interpretar munidos de uma grande dose de sentido de humor – fica evidente que Paião e Amália também o tinham – podemos ver nesta música crítica e intervenção social bem-disposta.
Aqui fica o link para ouvirem esta verdadeira preciosidade: 

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Gato Preto, Gato Branco: Cinema do Mundo com Música do Mundo

Admito a minha grande falha cinematográfica, uma clamorosa lacuna, pois só ontem tive a oportunidade de procurar na minha cinemateca e ver com a atenção que merece o mais famoso filme de Emir Kusturika. Sim, só ontem vi na “integra” a obra ‘Gato Preto, Gato Branco’. Mas que filme! Que ambiente! Que música!

Esgrimindo - Paja Javanovic
 Estava preparado e à espera duma obra sui generis e as expectativas eram altas, muito altas. Para meu próprio espanto, foram superadas. Há originalidade, começando pelo próprio género (se é que se pode assim definir): farsa, comédia, musical, drama, romance, entre outros. O enredo, o ambiente e as personagens são sem dúvida ímpares. De tão estranho e caricato, tudo nesta obra de Kusturica soa a ficção tresloucada, mas será mesmo assim? Será este mundo e ambiente inteiramente fictício - não obstante de se passar na Sérvia dos anos 90 ao largo do rio Danúbio -, povoado por personagens que assumem os mais diversos comportamentos e papeis, muitos deles antagónicos e incoerentes (ladrões, assassinos, corruptos, indigentes, cobardes, pelintras, músicos, pessoas comuns, sonhadores, viciados em jogo, honestos, solidários, simpáticos, entre tantos outros), tão diferente da realidade local?

Muito provavelmente tudo o que é descrito e registado pelas câmaras não passará de um grande exagero de uma possível realidade, muito ao género das comédias italianas dos anos 60 e 70 que primam pelas hipérboles cinematográficas como modo de fazer humor. No entanto, somos sem dúvida transportados para um mundo novo, repleto de vida própria, cores, cheiros e, acima de tudo música!

Apesar da lufada de ar fresco que traz, o desenrolar da acção é típico e muito semelhante ao que é utilizado noutros filmes, através de um crescendo de eventos que se vai desenrolando para desembocar num final coerente. É o facto de tudo ser tresloucado que , quanto a mim, contribui para a originalidade ao filme.

O gato preto e o gato branco, possivelmente as “existências” que dão nome ao filme, estão presentes e aparecem sempre juntos ao longo do filme. O significado das constantes aparições dos dois gatos é profundamente dúbio, não imediato, pois é um acto consciente e propositado de Kusturika, fornecendo assim ao cinespectador uma tela branca para que este pinte de acordo com o seu próprio entendimento e imaginação.

Outro aspecto muito importante e sempre constante no filme é a música. Kusturica brinda-nos com música tradicional dos Balcãs de clara inspiração Cigana – tudo muito “Gipsy". Só pela música ‘Gato Preto, Gato Branco’ merece ser apreciado e ouvido.

São filmes destes, cessando muito do marasmo “Hollywoodiano”, que nos lembram que o bom Cinema, original e vanguardista, pode vir de qualquer parte do mundo e ter como personagens principais os mais improváveis dos indivíduos, nos mais improváveis dos contextos humanos e geográficos.

domingo, 9 de maio de 2010

Nomes de Bandas e Títulos de músicas estrangeiras, vai uma tradução?

Sempre que presto atenção aos nomes e letras de conhecidas bandas e artistas ligados ao mundo da música, especialmente aos anglo-saxónicos, dou por mim, mesmo que inconscientemente, a fazer traduções dos títulos e das letras das canções. Estou consciente de que deste modo posso estar a desvirtuar o conceito de arte que lhes está associado, ou que pelo menos deveria estar. Mas não consigo deixar de fazer essa transposição para a Língua Portuguesa e questionar se, porventura, essas mesmas letras fossem traduzidas e cantadas em Português se o sucesso em Portugal seria o mesmo. 
Vou utilizar aqui um exemplo para demonstrar esta "teoria", não por qualquer desprimor pelo conjunto em causa, mas porque é um conhecido grupo musical internacional e que provavelmente todos conhecerão. Tal como disse, é apenas um exemplo sem querer fazer qualquer juízo de valor relativamente à sua qualidade musical do grupo. Falo dos “Black Eyed Peas” ou em Português os “Feijões Frades”.
Verão - Arcimboldo

Será que se uma banda Portuguesa adoptasse este nome, utilizasse exactamente a mesma sonoridade, o mesmo “look” e as mesmas letras musicais devidamente traduzidas, teria sucesso?

Penso que não. Penso também que somos tendencialmente mais exigentes quando avaliamos algo nacional comparativamente com o equivalente produzido no estrangeiro, pelo menos a nível musical é um pouco assim pelo nosso Portugal.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Um exemplo de opção pelo optimismo - Monty Phyton e A vida de Brian

Podemos facilmente cair na melancolia, ficar inertes na tristeza e irremediavelmente influenciados pelas tristes notícias com nos tentam constantemente alvejar - fruto dos dias que correm -, quer sejam desastres naturais, crises económicas, crises de valores ou os simples dissabores do dia-a-dia. Mas temos sempre outra opção, podemos sempre tentar encarar a vida com optimismo e tentar ver o lado menos negro dos acontecimentos que nos frustram ou entristecem. 

Muitos autores e “especialistas” iluminados têm tentado revelar as vantagens do optimismo através de uma infindável panóplia de obras literárias. No entanto essas obras, por norma, não acrescentam nada que saibamos já à partida, apesar de nos tentarem passar a ideia que grandes descoberta.

Gostaria de deixar aqui uma referência a mais uma obra-prima dos Monty Phyton, neste caso uma canção, que provavelmente muitos já conhecem, e que, recorrendo ao humor irreverente e monsense, apela às vantagens de ver a vida pelo lado positivo da vida.

Aqui fica o excerto do filme “A vida de Brian”, com a música 
Monty Phyton - Always Look the Bright Side of Life - Legendado, de 1979. Recomendo a todos que vejam este filme, no entanto preparem-se para um humor muito mordaz e capaz de criar um colapso nervoso aos mais religiosos e tradicionalistas. 

domingo, 24 de janeiro de 2010

Música de Intervenção do Século XXI

Numa época de crise - ou numa onde nos fazem crer que seja - parece-me importante podermos efectivamente analisar os reais efeitos dessa “crise”. Estarmos dispostos a isso obriga-nos a uma grande variedade de leituras e modos de apreender o real, neste caso, a crise propriamente dita.
 Uma dessas formas, agora reinventadas, são as músicas ou canções de "intervenção", que, ao contrário do que se possa pensar, não morreram com José Afonso (Zeca Afonso) e outros.  Muitas letras de intervenção têm, desde os anos 90 em Portugal, vindo a ser utilizadas por diversos autores e em diversos géneros musicais, especialmente no Rap e Hip-Hop.

Recentemente, um novo grupo sobejamente conhecido, os Deolinda, através da sua música com inspirações tradicionais e acústicas, criaram a sua própria versão de uma verdadeira canção de intervenção do século XXI, uma que toca especialmente aos Portugueses e descreve na perfeição o nosso comportamento. Falo da música Movimento Perpétuo Associativo, que faz parte do primeiro álbum da banda Canção ao Lado.

Para os que não ouviram, recomenda-se que ouçam. Para os que já ouviram, peço que voltem a ouvir e a analisar a lírica utilizada, e que com isso possam meditar
sobre a nossa sociedade e sobre o seu próprio comportamento enquanto actores sociais e individuais. Pois, ao nosso jeito, teremos sempre culpa, pelo menos, um pouco de culpa e de vitimização.

Fica aqui o link para o site oficial das Deolinda, basta escolher a música Movimento Perpétuo Associativohttp://www.deolinda.com.pt/


Vamos fazer mais do que exaltar palavras inférteis. Vamos actuar, independentemente das adversidades.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Concerto de Nimes dos Rammstein, em Portugal seria possivel?

Há cerca de uns meses, penso que no Primavera de 2009, aproveitando uma promoção de uma conhecida discoteca de Leiria, comprei o álbum Volkerball dos Rammstein. Quando comprei, pensava estar a adquirir apenas mais um CD da conhecida banda Alemã de Metal Industrial. No entanto, para além do comum CD, com faixas audíveis em qualquer leitor de música, a edição em causa trazia um DVD com alguns dos espectáculos ao vivo da banda. Após visualizar o DVD fiquei surpreendido com os espectáculos, especialmente o realizado na Anfiteatro de Nimes, antiga cidade do Sul da Gália Romana, hoje Sul de França.
Anfiteatro de Nimes em França
Aconselho todas a verem os vídeos e imagens captadas, muitas delas estão disponíveis  a qualquer curioso na Internet. Mesmo para quem não aprecie a música dos Germânicos Rammnstein, é impossível ficar indiferente aos espectáculos que proporcionam. No caso particular de Nimes, toda a actuação atinge um outro patamar devido à moldura arquitectónica, carregada de história e beleza.

Em Portugal, que eu tenha conhecimento, não existe nenhum anfiteatro com as características do de Nimes, mas temos outras estruturas históricas, que salvaguardando a sua integridade, poderiam albergar este tipo de espectáculos ímpares. Penso que Óbidos tem sido um dos poucos exemplos em Portugal a conseguir algo semelhante no que toca à realização de eventos em locais históricos, com concertos de música clássica e ópera, apesar de não se conhecer por lá actuações de bandas com o peso e energia de palco dos Rammstein.

Deixo aqui algumas ligações da actuação a que me refiro, nada como cada um ver por si para ter plena consciência do evento em causa.


Estes são apenas alguns exemplo, para mais vídeos basta procurar no Youtube.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Álbum "Tasca Beat" dos OqueStrada

Como ainda não tinha abordado a temática musical decidi colmatar essa falha assim que possível. Assim sendo, irei falar da minha última aquisição musical, do último CD que adquiri, ou seja, do álbum «Tasca Beat» dos «OquesStrada». Este é um disco surpreendente e quase nada "comercial" apesar de uma das faixas ser bastante conhecida e que muito passa nas playlists da Antena 3. Falo é claro do "Oxalá Te Veja".  Apesar da tendência algo restrita dos públicos que normalmente apreciam este tipo de trabalho musical o álbum é um sucesso de vendas.
Capa do álbum «Tasca Beat» dos Oquestrada
«Tasca Beat» trata-se de um disco experimentalista que bebe influências da  típica e tradicional música portuguesa acústica com alguns toques de "música do mundo." Todas as canções transmitem e transportam-nos para um ambiente informal - um local do tipo "taverna"ou "tasca," frequentado por boémios, artistas e quiçá pensadores despreocupados. Os sons transportam-nos o pensamento para um lugar onde a noite passa e  nos envolvente, e onde podemos divagar sobre as coisas banais ou até mesmo as mais elevadas da vida. Apetece sentar numa mesa com amigos a beber uns copos a conversar com este som de fundo a inspirar a tertúlia.

Fica aqui também o link para o site da banda:

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